sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Quero verdade e pouco amor!


Chega né?!
Eu não quero mais. Agora tenho certeza!
Não faz mais parte da minha vida.
Construí uma nova historia, novos desejos, novos objetivos.
E nada do que foi, me interessa mais.
Quero verdade, e pouco amor.
Quero alegria nos olhos e felicidade limitada. Porque não existe felicidade infinita.
Achava que as pessoas não mudavam, mas eu mudei. Melhorei.
Não crio mais expectativas pro que não existe. Não fantasio pessoas e nem
acredito mais em amor eterno, ahhh nisso não acredito mesmo.
E não foi só pela minha experiência particular, falo pela minha parte interior
e por tudo que vejo e ouço falar.
A gente se apaixona, somente!
Nada de borboletas no estômago, isso é ridículo.
Amadureça!
Você tem você e somente a você!
Chega de ilusões e sonhos pequenos!
Não sei administrar sentimentos, tenho medo da felicidade.
Ela me assusta, me amedronta.
Prefiro mata-lo a ter que acreditar novamente no meu coração!
Não suporto felicidade extrema, não quero que nada mais me tire do chão.
Quero somente o que faz parte de mim. Quero somente a mim!


                                                                          Gabyzinha Lucas!

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

O verbo certo!


"...Vamos jogar aberto. A culpa é minha. Eu dei meu coração. Eu criei expectativas. Então, com sua licença. A culpa é minha. Minha culpa. Minha feia culpa que é minha e de mais ninguém. Minha culpa de sete pontas. Minha culpa que me faz olhar a vida e me sentir personagem principal de uma página triste. E não é só triste. É uma culpa boa. Porque também me faz exercitar um sentimento maior (e mais brilhante que o mundo): o perdão. Se eu pudesse escolher um verbo hoje, eu escolheria perdoar. Assim, conjugado na primeira pessoa, com objeto direto e ponto final: eu me perdôo. Não, eu não te perdôo porque não tenho porque te perdoar. Tenho que perdoar a mim. A mim, que me ferrei. Me iludi. Me fudi. Me refiz. Me encantei. A culpa é minha. Minhas e das minhas expectativas. Minha e das minhas lamentáveis escolhas. Minha e do meu coração lerdo. Minha e da minha imaginação pra lá de maluca. Então, com sua licença, deixe eu e minha culpa em paz. Eu e meu delicioso perdão por mim mesma. Eu só te peço uma coisa. Pare de culpar a vida. Pare de ter pena de você. Se assuma. Se aceite. Se culpe. Se estrepe. Se mate. Mas se perdoe. Pelo amor de Deus, se perdoe."


                                                             Autor Desconhecido